Mais uma do Pearl Jam, tocada no Tributo ao Movimento Grunge (Bolshoi Pub - 13/03/2008).
Mais uma do Pearl Jam, tocada no Tributo ao Movimento Grunge (Bolshoi Pub - 13/03/2008).
Mais um do Tributo ao U2.
Em 08/03/2008 fizemos um Tributo ao U2 no Cosy Casual Bar. Demorei um pouco pra editar, mas aqui está o vídeo de Pride (in the name of love), que foi a música que fechou o show e que é, na minha opinião, uma das melhores da banda irlandesa.
Tomado por base o show do Tributo ao Pearl Jam, nós diversificamos um pouco o repertório, abrangendo mais bandas da mesma época e fizemos um show bem dinâmico ontem à noite no Bolshoi Pub. Esta música tem uma guitarra nova, que eu tinha encomendado e estava aguardando a um tempão. A guitarra chegou às 5 da tarde, passei o som com ela e não resisti: toquei praticamente o show todo com a novata.
Sábado passado (26/01) fizemos um tributo ao Pearl Jam. Duas horas de show com os clássicos da banda e com direito a alguns vídeos amadores. Aos poucos eu vou editando e colocando aqui. Esse aí é da música Yellow Ledbetter, foi um momento bem legal do show, quando a galera se levantou e veio pra pista curtir o som. Agradecimentos à Bruna Miranda, “camera-girl”!
Último post pra encerrar o ano, acho pouco provável que eu consiga gravar mais alguma coisa nesses poucos dias que faltam para 2008. Esta aqui nasceu num momento de epifania, durante um ano que se apresentou incógnito, transcorreu como um quebra-cabeças e que teve que ser descoberto aos poucos, montado peça a peça… e cujo significado só se revelou agora, no apagar das luzes. Ainda bem que houve um raio de sol.
Esta música é sobre aqueles momentos em que a gente acha que está dando tudo errado, mas na verdade as coisas estavam é se acertando; nós é que ainda não tínhamos percebido. É sobre quando a gente está fora do eixo e uma “coincidência” vem colocar as coisas no lugar novamente.
Foi composta em 2002, quando eu ainda morava em BH, mas esta gravação é de março de 2007. Foi feita no estúdio do Antônio Leal, em Goiânia. Aqui ficam os agradecimentos ao Leal, que cedeu o estúdio, ao Igor Queiroz, que tocou a bateria, e à Synara, que levou a pizza.
O vídeo é do dia da gravação, e foi feito num w800i.
Semana passada tive minha primeira crise de labirintite. Além da perda de equilíbrio, percebi uma modificação na audição: de repente comecei a ouvir tudo desafinado. Depois que a crise passou, resolvi explorar mais esse equilíbrio instável entre o afinado e o desafinado, o alegre e o triste, o bonito e o feio. Deu nisso…
Fui tocar no IV Festival Gastronômico da Cidade de Goiás no último dia 19 e acabei passando todo o feriado lá. Na volta, ainda na saída da cidade, passando por um artesão, resolvi comprar uma moringa. Chegando em casa, inspirado pelo clima da cidade, gravei este improviso. Nada muito sério, só experiências.
Uma viagem ao desconhecido para reencontrar um amigo de paradeiro incerto e não sabido. Composta em 2004 durante uma visita do Sizínio, esta música ficou sem destino durante muito tempo, até aparecerem a flauta e o contrabaixo fretless.