Walking on a Sunshine

13 03 2009

Pois bem, Igor e eu terminamos a gravação de Walking on a Sunshine, e contamos com a colaboração de um excelente saxofonista chamado Emílio. Fizemos a transposição do tema, que antes era feito na guitarra, para o sax alto e gostamos do resultado. Ainda sem um baixista, o projeto segue meio capenga, eu gravando vários instrumentos por falta de opção. Mas enfim, reclamar nunca foi o meu forte…





Novos tempos

16 12 2008

Todo fim de ano eu sindo uma necessidade enorme de mudança. Não sei se isso é comum às pessoas, mas parece um eritema, uma coceira. Aí eu mudo umas coisas aqui, outras ali, e como a coceira, a vontade de mudar continua.

Pois bem, musicalmente falando, muita coisa mudou nesse fim de ano. Tenho tocado com uma certa regularidade com um baterista chamado Igor Queiroz e isso tem rendido muitas composições novas. Acabei saindo do apartamento e me mudando para uma casa, o que me aproximou do projeto do estúdio de gravação (que ainda é coisa pro futuro) e tem me possibilitado uma série de experiências, com algumas gravações feitas ainda à guisa de muito improviso.

Vamos chamar isso de pré-produção, que é um nome chique demais para uma coisa que ainda não está bem formatada… Há duas semanas gravamos uma música nova chamada “Caso Perdido”, semana passada regravamos a “Hopelles Heart”, que antes tinha uma bateria sequenciada, e esta semana talvez ainda dê tempo de trabalhar numa composição nova chamada “Livre para Ser Livre” (ou melhor, ainda chamada, por falta de um nome melhor). As gravações têm transcorrido num clima muito descontraído. Igor grava a bateria e eu gravo o restante dos instrumentos, enquanto a gente anda à caça de um contrabaixista com um nível de insanidade semelhante ao nosso.

O objetivo dessa bagunça toda é apenas diversão, como aquele cara que se dedica a reformar um Maverick 78 todo acabado… Até mesmo porque investir em música instrumental hoje é loucura, existem chances mínimas de retorno financeiro. Mas de qualquer modo, o resultado vem vindo aos poucos e as grvações vão surgindo. À medida em que eu for terminando as mixagens vou atualizar a página, colocando os arquivos .mp3 no local de costume.

Um abração.





Jeremy

16 03 2008

Mais uma do Pearl Jam, tocada no Tributo ao Movimento Grunge (Bolshoi Pub – 13/03/2008).





Where The Streets Have No Name

16 03 2008

Mais um do Tributo ao U2.





Pride

16 03 2008

Em 08/03/2008 fizemos um Tributo ao U2 no Cosy Casual Bar. Demorei um pouco pra editar, mas aqui está o vídeo de Pride (in the name of love), que foi a música que fechou o show e que é, na minha opinião, uma das melhores da banda irlandesa.





Man in the Box

14 03 2008

Tomado por base o show do Tributo ao Pearl Jam, nós diversificamos um pouco o repertório, abrangendo mais bandas da mesma época e fizemos um show bem dinâmico ontem à noite no Bolshoi Pub. Esta música tem uma guitarra nova, que eu tinha encomendado e estava aguardando a um tempão. A guitarra chegou às 5 da tarde, passei o som com ela e não resisti: toquei praticamente o show todo com a novata.





Yellow Ledbetter

29 01 2008

Sábado passado (26/01) fizemos um tributo ao Pearl Jam. Duas horas de show com os clássicos da banda e com direito a alguns vídeos amadores. Aos poucos eu vou editando e colocando aqui. Esse aí é da música Yellow Ledbetter, foi um momento bem legal do show, quando a galera se levantou e veio pra pista curtir o som. Agradecimentos à Bruna Miranda, “camera-girl”!





Walking On A Sunshine

22 12 2007

Último post pra encerrar o ano, acho pouco provável que eu consiga gravar mais alguma coisa nesses poucos dias que faltam para 2008. Esta aqui nasceu num momento de epifania, durante um ano que se apresentou incógnito, transcorreu como um quebra-cabeças e que teve que ser descoberto aos poucos, montado peça a peça… e cujo significado só se revelou agora, no apagar das luzes. Ainda bem que houve um raio de sol.





Felizes Desencontros

5 12 2007

Esta música é sobre aqueles momentos em que a gente acha que está dando tudo errado, mas na verdade as coisas estavam é se acertando; nós é que ainda não tínhamos percebido. É sobre quando a gente está fora do eixo e uma “coincidência” vem colocar as coisas no lugar novamente.

Foi composta em 2002, quando eu ainda morava em BH, mas esta gravação é de março de 2007. Foi feita no estúdio do Antônio Leal, em Goiânia. Aqui ficam os agradecimentos ao Leal, que cedeu o estúdio, ao Igor Queiroz, que tocou a bateria, e à Synara, que levou a pizza.

O vídeo é do dia da gravação, e foi feito num w800i.





Minotaurite

2 12 2007

Semana passada tive minha primeira crise de labirintite. Além da perda de equilíbrio, percebi uma modificação na audição: de repente comecei a ouvir tudo desafinado. Depois que a crise passou, resolvi explorar mais esse equilíbrio instável entre o afinado e o desafinado, o alegre e o triste, o bonito e o feio. Deu nisso…